Filipe Moura

3 perguntas para Filipe Moura, criador do Dragões: Guardiões da Memória

Filipe Moura

Hoje quem passa aqui respondendo minhas 3 perguntas é mais um designer de jogos brazuca, Filipe Moura é desenvolvedor independente de jogos e co-criador do jogo Dragões: Guardiões da Memória, produzido pela Idea Jogos.

O jogo, que foi a primeira criação do autor, foi finalista do prêmio Ludopedia na categoria Melhor Jogo Infantil – Designer Nacional.

Ele é servidor público, mas é fascinado pelo universo gamer. Tinha um sonho de criar um jogo que felizmente pode ser realizado com os Dragões.

Embora seja iniciante na área, tem certeza que não quer parar de fazer parte desta área de criação.

Filipe, por que jogar?

Porque os jogos permitem que a gente se divirta em conjunto, seja com amigos de infância, seja com recém conhecidos. É incrível a capacidade de criar interação interpessoal que eles têm. 

Os jogos, também, despertam nossa criança interior. Não importa a idade que se tenha, eles sempre vão ser capazes de trazer um sorriso e um momento divertido!

Além disso, até o mais simples dos jogos pode nos sugar para seu próprio mundo e exercitar nossa criatividade.

Por que criar jogos?

Porque vejo jogos como uma forma de arte! E acredito que uma das maiores conquistas do ser humano é poder materializar sua criatividade! 

A arte dos jogos pode estar na história, na mecânica ou como ele permite a interação entre os jogadores. Diferente de um livro ou um filme, ele exige que o jogador aja, faça parte do processo! Isso que o diferencia e o torna especial!

Um jogo especial para você e porquê

Pode parecer meio bizarro, mas um jogo muito especial para mim é o clássico Damas. Foi o primeiro jogo que lembro de ter aprendido!

E quem me ensinou foram meus avós, que têm um lugar muito especial no meu coração. Lembro de ficar jogando diversas tardes com eles! Uma partida atrás da outra!

Pratiquei tanto que cheguei até a participar de torneios… E acabei sendo campeão de alguns! 

Outra coisa que admiro demais do jogo é a sua simplicidade. Não jogo há anos, mas lembro de todas as regras! É como andar de bicicleta… A gente nunca esquece!

Isso é algo que tentei reproduzir nos Dragões: Guardiões da Memória!

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